Imprensa repercute investigações de atos que já haviam sido descobertas por CPMIe relatadas por Alfredo Gaspar
As suspeitas que sustentam as investigações da Polícia Federal sobre as ligações do filho do presidente Lula, o Lulinha, com as ações de tráfico de influência e corrupção e que estampam os jornais desta quarta-feira (19/8) foram alvo da CPMI do INSS e têm sido divulgadas pelo relator da comissão e candidato a vice-presidente da República na chapa de Flávio Bolsonaro, Alfredo Gaspar (PL).
Lulinha está sendo investigado pela Polícia Federal por crimes como tráfico de influência e corrupção para favorecer Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, em três inquéritos autorizados pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
Em abril de 2026, o relatório de Gaspar pedia oindiciamento de Lulinha por tráfico de influência, lavagem ou ocultação de bens, direitos e valores, organização criminosa e participação em corrupção ativa. Desde essa época, Alfredo Gaspar aponta que as ligações de Lulinha com Roberta Luchsinger e, por consequência, com o Careca do INSS, são criminosas.
Ele, inclusive, aponta as práticas como gravíssimas e passíveis de prisão, não só para Roberta e Lulinha, mas também para Swedenberger Barbosa, o Berger, e Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, diretamente ligados ao Gabinete da Presidência da República e que também aparecem nas investigações da Polícia Federal.


